Salão começou com fuscas e kombis

Carro híbrido, máquinas superesportivas, protótipos futuristas, redução do nível de emissão de poluentes? Que nada. Quando a cidade de São Paulo promoveu pela primeira vez o Salão do Automóvel, em 1960, as grandes novidades foram carros que hoje só podem ser encontrados como relíquia de colecionadores: os ‘beberrões’ Aero Willys, Simca Chambord, Renault Dauphine e FNM 2000 JK.

A edição de 2008, no Pavilhão de Exposições do Anhembi é o novo capítulo da história que acompanhou a evolução da indústria automobilística nacional.

 O Salão do Automóvel viu de perto o fim dos carros clássicos dos anos 60, passou pela crise do petróleo nos anos 70, acompanhou a chegada dos primeiros modelos movidos a álcool, sobreviveu às dificuldades da indústria no início dos anos 80 e acompanhou a chegada dos importados na década de 90.

Quem acompanhou esta evolução de perto viu o surgimento de carros que marcaram época, como Karmann-Ghia, Opala, Ford Corcel,Brasília, Fiat 147, Chevette, Gol, Santana, Uno, Gurgel BR-800, Mitsubishi Pajero, Renault Clio, Ford Ka, Corolla nacional, Citroën Xsara, Honda Fit.

Via G1

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