As chamadas “tecnologias verdes” ganham cada vez mais espaço no mundo automotivo. No Salão do Automóvel de Detroit deste ano, por exemplo, os principais lançamentos foram os carros com partida elétrica.
Mas esse conceito de carros “ecologicamente corretos” não é novidade. Desde a crise do petróleo na década de 70, cientistas e pesquisadores vêm buscando alternativas para os combustíveis derivados do petróleo.

O biodiesel é uma alternativa de combustível “caseiro”. É um combustível biodegradável que pode ser produzido a partir de gorduras animais ou de óleos vegetais, como, por exemplo, mamona, dendê, girassol, babaçu, amendoim, soja, entre outras fontes renováveis. O biodiesel pode substituir total ou parcialmente o óleo diesel de petróleo e pode ser usado puro ou misturado ao diesel em várias proporções.
Os carros com sistema híbrido são aqueles que utilizam dois sistemas de propulsão para o seu funcionamento, por exemplo, um motor de combustão interna e um motor elétrico e dois sistemas de armazenamento de energia, um tanque de combustível e uma bateria. Um exemplo de modelo já comercializado em alguns países é o Toyota Prius e o Honda Civic Hybrid.
Os veículos com propulsão elétrica utilizam um motor elétrico para propulsão, cuja energia é fornecida por uma bateria ou por uma célula de combustível. Entre as vantagens estão a elevada eficiência e o torque ao longo de ampla faixa de rotação do motor, além do baixo nível de ruído. Porém, ele oferece uma baixa autonomia devido à limitada capacidade de armazenamento e tempo de recarga das baterias.